Não Se Salvou, Para Nos Salvar | Pr. Olavo Feijó
Lucas 23:39 - E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.
O criminoso, na cruz ao lado de Jesus, não entendeu o significado da morte do Senhor. Por isso, em desespero, gritou: "Um dos criminosos que estavam crucificados ali insultava Jesus, dizendo - Você não é o Messias: Então, salve a você mesmo e a nós também." (Lucas 23:39).
O objetivo final da encarnação do Cristo foi a ressurreição dos corpos. Jesus tinha que morrer, para destruir o impacto espiritual da morte, já que "o salário do pecado é a morte". Se Jesus tivesse fugido da morte, todo o plano cósmico da salvação teria sido prejudicado. Aquilo que o criminoso na cruz não entendeu é, exatamente, o que muitos de nós não entendemos.
É preciso não esquecer, neste contexto, que Jesus nunca precisou "salvar-se a Si mesmo". Foi passando pela morte que Jesus destruiu a essência maléfica da morte. E "confirmou" Seu poder redentor ao realizar Sua própria ressurreição. De acordo com Paulo, vivemos neste mundo de pecado e morte sabendo que, pela fé, seremos também ressuscitados pelo Espírito de Cristo. O mesmo Jesus, que venceu o pecado na cruz, continua nos capacitando, hoje em dia, a vencer nossos
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Afastar-se Do Mal, Mas Fazer O Bem
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
“E disse Deus: Haja luz...
“E disse Deus: Haja luz; e houve luz.” (Gênesis 1.3)
“E disse Deus: haja luz.” Essa foi a primeira descrição
bíblica de uma fala de Deus. O primeiro Verbo dito. A terra era sem
forma, vazia e havia trevas, e o Espírito de Deus estava presente em
cada inspiração desta fala divina: “Haja”. A manifestação graciosa da
trindade e seu poder de construção. E houve luz. A luz foi o princípio
para tudo o que vemos e o início de tudo que movemos. Toda a existência a
partir da luz. E viu Deus que tudo era bom.
Mas o homem preferiu as trevas, separando-se da luz, trazendo novamente a escuridão, o abismo da condenação: o pecado e a sua consciência. Fadados a uma vida sem ver além da criação, sem esperanças. E quando tudo parecia perdido, Deus fala novamente anunciando o “haja” o retorno da luz. A promessa, O Verbo, A Luz do mundo. Nasceu Jesus! É natal! Nasceu O Filho de Deus alumiando as trevas. Acendendo a esperança do miserável. Clareando a alma do aflito. Indicando com o seu brilho o caminho do céu para o perdido. A verdadeira luz de Natal. A luz da reconciliação.
Hoje, quando chega dezembro puxamos as caixas de enfeites e acordamos as luzinhas de Natal. Enfeitamos toda a cidade e ela fica lindamente colorida, em um piscar ritmado e frenético, anunciando a alegria desta data. Comemoramos, nos abraçamos, nos presenteamos, rimos e comemos… Como comemos… Até que janeiro chega e com ele a hora de recolher as lampadazinhas e seu brilho. Elas vão dormir em suas caixas de papelão e acordar somente no final do ano.
Mas quem disse que o Natal vai dormir com elas? Quem disse que Natal é somente em dezembro?
Enquanto a Luz do mundo brilhar, (e Ela nunca se apagará), será Natal! Enquanto houver a respiração divina a Sua luz brilhará e ela estará conosco todos os dias por toda a eternidade. Permitindo-nos enxergar o Criador.
“Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.” (João 12.46)
“E disse Deus: haja luz.” Essa foi a primeira descrição
bíblica de uma fala de Deus. O primeiro Verbo dito. A terra era sem
forma, vazia e havia trevas, e o Espírito de Deus estava presente em
cada inspiração desta fala divina: “Haja”. A manifestação graciosa da
trindade e seu poder de construção. E houve luz. A luz foi o princípio
para tudo o que vemos e o início de tudo que movemos. Toda a existência a
partir da luz. E viu Deus que tudo era bom.Mas o homem preferiu as trevas, separando-se da luz, trazendo novamente a escuridão, o abismo da condenação: o pecado e a sua consciência. Fadados a uma vida sem ver além da criação, sem esperanças. E quando tudo parecia perdido, Deus fala novamente anunciando o “haja” o retorno da luz. A promessa, O Verbo, A Luz do mundo. Nasceu Jesus! É natal! Nasceu O Filho de Deus alumiando as trevas. Acendendo a esperança do miserável. Clareando a alma do aflito. Indicando com o seu brilho o caminho do céu para o perdido. A verdadeira luz de Natal. A luz da reconciliação.
Hoje, quando chega dezembro puxamos as caixas de enfeites e acordamos as luzinhas de Natal. Enfeitamos toda a cidade e ela fica lindamente colorida, em um piscar ritmado e frenético, anunciando a alegria desta data. Comemoramos, nos abraçamos, nos presenteamos, rimos e comemos… Como comemos… Até que janeiro chega e com ele a hora de recolher as lampadazinhas e seu brilho. Elas vão dormir em suas caixas de papelão e acordar somente no final do ano.
Mas quem disse que o Natal vai dormir com elas? Quem disse que Natal é somente em dezembro?
Enquanto a Luz do mundo brilhar, (e Ela nunca se apagará), será Natal! Enquanto houver a respiração divina a Sua luz brilhará e ela estará conosco todos os dias por toda a eternidade. Permitindo-nos enxergar o Criador.
“Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.” (João 12.46)
Glauco L. Müller (glaucomila@bol.com.br)
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Vitória Futura, Alegria Presente
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Por que misericórdia comigo?
Por que misericórdia comigo? | Pr. Olavo Feijó1 Timóteo 1:16 - Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna.Querendo demonstrar a Timóteo o poder da graça divina, Paulo apelou para o exemplo da sua própria vida de pecados e ofensas. “Mas por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da Sua paciência...” (I Timóteo 1:16).A atitude de Paulo repete a postura do rei Davi, no Salmo 51. Aos ter reconhecido a grandeza dos seus pecados e ter testemunhado o poder maior do Senhor, ao restaurá-lo, Davi dá testemunho público, “para que os pecadores se voltem para Ti.” Ninguém é condenado só porque cometeu pecado. E ninguém é restaurado só porque se encheu de remorso. A explicação do processo restaurador está na misericórdia divina, no poder do Seu amor. É preciso ter uma humildade realista, que reconhece o tamanho das próprias iniquidades e se atira nos braços do Senhor, com absoluta dependência. O processo de aceitar o senhorio de Cristo é aquele que o Senhor usa, para ajudar outros pecadores. João afirma que os crentes, apesar de restaurados, cometem pecados. Crente orgulhosos, que vive se ufanando da grandeza de sua fé, afasta os necessitados. Crente humilde, que conhece a Bíblia, reconhece sempre seus pecados e proclama a todos que sua saúde espiritual acontece quando humildemente entrega seus pecados ao Espírito. É ruim pecar. Pior é não entregar ao Senhor a própria fraqueza. Quando cultivamos nossa dependência de Deus, damos glória à graça restauradora do Senhor. E encorajamos os outros a ter a mesma experiência. |
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Pela fé - Deus fala pelos sonhos?
Pela Fé - Deus fala pelos sonhos? | Pastor Sérgio Fernandes Gênesis 37:5 - ¶ Teve José um sonho, que contou a seus irmãos; por isso o odiaram ainda mais. Uma das formas de Deus se comunicar conosco é através de sonhos (Gn 37.5). O Criador dos céus e da terra sempre deseja falar ao nosso coração, e os sonhos são uma maneira dele chamar nossa atenção para Sua vontade e propósitos soberanos. Mas, é necessário afirmar que muitas pessoas tem utilizado mal deste recurso e causado alguns transtornos a obra de Deus. Um sonho de Deus ocorrerá em situações específicas e com símbolo facilmente entendíveis, que tratarão de uma circunstância que você está vivenciando ou enfrentará. E ocorrerão esporadicamente. Tem gente que tenta decifrar cada sonho que tem como uma mensagem de Deus, mas se esquecem que nós temos um guia melhor para nos conduzir, o próprio Jesus Cristo, que nos falou precisamente sobre quem Deus é e também do Seu propósito para nossa vida (Hb 1.1). Esta orientação está registrada nas páginas da Bíblia Sagrada, que você deve ler diariamente. Por isso, se tiver um sonho depois de comer aquele pratão de feijoada, foi apenas um sonho de barriga cheia. Quando Deus falar com você de fato, Ele não deixará margem alguma para dúvida. |
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Redes sociais ajudam na divulgação de fotos de pessoas desaparecidas
Na semana passada, o advogado André Arraz saiu em viagem de Vitória para Belo Horizonte. Ele mandou uma mensagem para a mulher dizendo que estava no caminho. No dia seguinte, ela perguntou: “cadê você?”. Até hoje não recebeu resposta. “A cada toque de telefone, eu acho que é notícia dele. A cada pessoa que liga ou que vem, eu me desespero, mas eu tenho esperança de que ele vai voltar”, diz Cássia Arraz, mulher do advogado.
Ela acredita que quanto mais pessoas souberem que o marido está desaparecido, mais chances ela tem de encontrá-lo. Por isso quer divulgar muito a imagem dele. Vai fazer camisas com fotos e adesivos para colar nos carros. Na internet, ela encontrou uma ótima ferramenta para ajudar nessa busca: as redes sociais.
Na internet, ela publica fotos e detalhes do desaparecimento. Mais de duas mil pessoas compartilharam. “A rede social não tem fronteiras. Ela não fica só aqui no estado”.
A foto do engenheiro civil Renato Brandão está nas redes sociais. Ele desapareceu em 13 de setembro do ano passado. A mulher de Renato diz que o marido saiu de bicicleta, em um bairro de classe média alta de Curitiba, e não voltou. A bicicleta foi encontrada dias depois, com a correia arrebentada.
A polícia fez buscas, publicou cartazes e uma simulação de como Renato poderia estar hoje, mas um ano depois, a família não tem notícias do engenheiro.
As redes sociais também estão sendo usadas para procurar Amanda Correia. A adolescente de 15 anos sumiu quando ia para uma festa em Castelo, no interior do Espirito Santo. Quando desapareceu, Amanda usava a blusa que aparece na foto de divulgação.
Quanto mais recente a imagem, melhor para a investigação, diz o delegado Sérgio Melo. Ele também vê as redes sociais como aliadas. “A ferramenta mais eficiente que a gente tem é a divulgação. A divulgação de fotografias, o compartilhamento nas redes sociais, a gente entende que tem um valor muito especial”.
Para as famílias dos desaparecidos, o computador também aumenta a esperança porque traz mensagens de solidariedade de toda parte.
O final feliz chegou para os pais de um menino de um ano e três meses, que tinha desaparecido na Bahia. Ana Rita e Robério reencontraram o filho ontem à noite, a 250 quilômetros de casa. O menino estava desaparecido desde quarta-feira passada.
Quem pegou a criança foi a babá, de 18 anos, que estava empregada há apenas dois dias. Depois de uma denúncia anônima, a PM localizou a babá e o menino na BR-116, na entrada da cidade de Tucano.
Ela disse à polícia que chegou lá pegando carona com motoristas de caminhões. A babá deve ser encaminhada para um presídio regional.
Site – Jornal Hoje
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