Mostrando postagens com marcador Gotas Bíblicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gotas Bíblicas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Muralha Destruída No Grito


Gotas Bíblicas
Muralha Destruída No Grito  |  Pr. Olavo Feijó
Josué 6:16 - E sucedeu que, tocando os sacerdotes pela sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o SENHOR vos tem dado a cidade. 

A cidade de Jericó, do outro lado do Jordão, era uma fortaleza. A estratégia do Senhor, para conquistá-la, foi assim anunciada por Josué: “Na sétima volta, quando os sacerdotes acabaram de tocar as cornetas, Josué disse ao povo – Gritem agora! O Senhor Deus está entregando Jericó a vocês!.” (Josué 6:16).

Fortaleza que se preza não se destrói no grito... depois de seis dias ouvindo sem parar as cornetas dos sacerdotes, certamente o estresse de alguns soldados deve ter aumentado. “Que irão dizer nossos inimigos? Que somos um bando de soldados amadores, submissos aos sacerdotes corneteiros?”

Não importam quantas terias científicas tentem explicar a queda da muralha de Jericó. O fato é que teoria nenhuma consegue explicar as estratégias divinas. Elas funcionam. Por mais absurdas que sejam. O mesmo Deus de Josué continua a nos dar ordens, em nossas batalhas contemporâneas. Temos escolha: em nome da lógica e do bom senso, podemos ficar discutindo com o Senhor. Ou podemos, no grito, obedecer as ordens divinas e destruir muralhas.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Vitória Futura, Alegria Presente



 Gotas Bíblicas
Vitória Futura, Alegria Presente  |  Pr. Olavo Feijó

Salmos 149:5 - Exultem os santos na glória; alegrem-se nas suas camas.

O Salmo 149 é o penúltimo do Livro. Sua ênfase é a vitória que o Senhor promete, castigando todos os povos que rejeitam Jeová. Diz o verso 5: "Que os Seus servos fiéis se alegrem com a vitória e cantem alegremente nas suas festas." (Salmo 149:5).

O contexto bíblico da vitória final do Senhor aponta para um futuro estabelecido por Ele. Aliás, quando perguntado sobre a data explícita da vitória final do Pai, Jesus não a revelou e sugeriu aos Seus discípulos que não se preocupassem com isso. Em lugar de tal preocupação, o Mestre nos orientou no sentido de nos rendermos ao Seu Santo Espírito, que Ele nos deu. "Ir por todo o mundo" é tarefa de quem acredita no futuro, em resultado vitorioso. E, no presente, se alegra. Não importando quão problemático seja o presente.

Esta é a dinâmica da vida cristã. De nossa vida como crentes em Cristo. "No mundo tereis tribulações..." Não faltam cristãos sinceros, hoje em dia, passando por tribulações. E, com as tribulações, também não nos faltam tristezas, cansaço e medo das batalhas. Por isso, é importante realçar o alerta bíblico: sim, nosso presente é cheio de lutas e tristezas. Isto nunca deveria significar, para nós, indicação de derrota. O medo é nosso. O poder é de Deus. Quando nos deixamos encher dessa confiança, permitimos que a alegria do Senhor se apodere de nós. E a vitória futura passe a ser vitória presente.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Por que misericórdia comigo?

  Gotas Bíblicas
Por que misericórdia comigo?  |  Pr. Olavo Feijó

1 Timóteo 1:16 - Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna. 

Querendo demonstrar a Timóteo o poder da graça divina, Paulo apelou para o exemplo da sua própria vida de pecados e ofensas. “Mas por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da Sua paciência...” (I Timóteo 1:16).

A atitude de Paulo repete a postura do rei Davi, no Salmo 51. Aos ter reconhecido a grandeza dos seus pecados e ter testemunhado o poder maior do Senhor, ao restaurá-lo, Davi dá testemunho público, “para que os pecadores se voltem para Ti.” Ninguém é condenado só porque cometeu pecado. E ninguém é restaurado só porque se encheu de remorso. A explicação do processo restaurador está na misericórdia divina, no poder do Seu amor. É preciso ter uma humildade realista, que reconhece o tamanho das próprias iniquidades e se atira nos braços do Senhor, com absoluta dependência.

O processo de aceitar o senhorio de Cristo é aquele que o Senhor usa, para ajudar outros pecadores. João afirma que os crentes, apesar de restaurados, cometem pecados. Crente orgulhosos, que vive se ufanando da grandeza de sua fé, afasta os necessitados. Crente humilde, que conhece a Bíblia, reconhece sempre seus pecados e proclama a todos que sua saúde espiritual acontece quando humildemente entrega seus pecados ao Espírito. É ruim pecar. Pior é não entregar ao Senhor a própria fraqueza. Quando cultivamos nossa dependência de Deus, damos glória à graça restauradora do Senhor. E encorajamos os outros a ter a mesma experiência.

domingo, 9 de setembro de 2012

Falei do que Não Entendo


Falei do que Não Entendo  |  Pr. Olavo Feijó

Jó 42:3 - Quem é este, que sem conhecimento encobre o conselho? Por isso relatei o que não entendia; coisas que para mim eram inescrutáveis, e que eu não entendia. 

O livro de Jó é uma narrativa repleta de tragédias e de questionamentos. No final do livro, após intermináveis diálogos sobre o significado do sofrimento, o patriarca reconhece: “Certo é que falei de coisas que eu não entendia, coisas tão maravilhosas que eu não poderia saber.” (Jó 42:3).

A beleza de tudo isso é que o livro de Jó antecipa a biografia de cada um de nós. Se procuramos viver uma vida que agrade ao Senhor, podemos contar com duas coisas certas. De um lado, Satanás, fielmente dedicado a nos mostrar que Deus é injusto conosco. De outro lado Jeová, na Sua soberania, querendo nos ensinar que Ele tem o controle real e final. E que Ele usa nossas tribulações para o nosso aperfeiçoamento e vitória.
Nos momentos mais intensos de nossa própria história, ansiamos por explicações que nos deem algum tipo de consolo. Por que a falta de amigos? Por que tanta insegurança em nossa profissão? Por que os problemas nos atacam com tanta força? Por que oramos e, aparentemente, não vemos resposta? Este questionamento é típico de todo filho de Deus, desde os tempos de Jó. Acreditamos que nós somos as únicas vítimas da injustiça. E que o Senhor continua alheio ao sofrimento dos Seus seguidores. Felizmente, há ocasiões, criadas por Deus, quando percebemos que teimamos em entender “coisas tão maravilhosas que não podemos saber”. Como Jacó, no vale de Jaboque, continuemos lutando com Deus, mesmo não entendendo. O Senhor quer que nos agarremos a Ele, apesar de nossa raiva e de nossas incompreensões. Nossa relação é mais do que entendimento. É de amor.entendimento. É de amor.