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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Muralha Destruída No Grito


Gotas Bíblicas
Muralha Destruída No Grito  |  Pr. Olavo Feijó
Josué 6:16 - E sucedeu que, tocando os sacerdotes pela sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o SENHOR vos tem dado a cidade. 

A cidade de Jericó, do outro lado do Jordão, era uma fortaleza. A estratégia do Senhor, para conquistá-la, foi assim anunciada por Josué: “Na sétima volta, quando os sacerdotes acabaram de tocar as cornetas, Josué disse ao povo – Gritem agora! O Senhor Deus está entregando Jericó a vocês!.” (Josué 6:16).

Fortaleza que se preza não se destrói no grito... depois de seis dias ouvindo sem parar as cornetas dos sacerdotes, certamente o estresse de alguns soldados deve ter aumentado. “Que irão dizer nossos inimigos? Que somos um bando de soldados amadores, submissos aos sacerdotes corneteiros?”

Não importam quantas terias científicas tentem explicar a queda da muralha de Jericó. O fato é que teoria nenhuma consegue explicar as estratégias divinas. Elas funcionam. Por mais absurdas que sejam. O mesmo Deus de Josué continua a nos dar ordens, em nossas batalhas contemporâneas. Temos escolha: em nome da lógica e do bom senso, podemos ficar discutindo com o Senhor. Ou podemos, no grito, obedecer as ordens divinas e destruir muralhas.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

“E disse Deus: Haja luz...

“E disse Deus: Haja luz; e houve luz.” (Gênesis 1.3)
“E disse Deus: haja luz.” Essa foi a primeira descrição bíblica de uma fala de Deus. O primeiro Verbo dito. A terra era sem forma, vazia e havia trevas, e o Espírito de Deus estava presente em cada inspiração desta fala divina: “Haja”. A manifestação graciosa da trindade e seu poder de construção. E houve luz. A luz foi o princípio para tudo o que vemos e o início de tudo que movemos. Toda a existência a partir da luz. E viu Deus que tudo era bom.
Mas o homem preferiu as trevas, separando-se da luz, trazendo novamente a escuridão, o abismo da condenação: o pecado e a sua consciência. Fadados a uma vida sem ver além da criação, sem esperanças. E quando tudo parecia perdido, Deus fala novamente anunciando o “haja” o retorno da luz. A promessa, O Verbo, A Luz do mundo. Nasceu Jesus! É natal! Nasceu O Filho de Deus alumiando as trevas. Acendendo a esperança do miserável. Clareando a alma do aflito. Indicando com o seu brilho o caminho do céu para o perdido. A verdadeira luz de Natal. A luz da reconciliação.
Hoje, quando chega dezembro puxamos as caixas de enfeites e acordamos as luzinhas de Natal. Enfeitamos toda a cidade e ela fica lindamente colorida, em um piscar ritmado e frenético, anunciando a alegria desta data. Comemoramos, nos abraçamos, nos presenteamos, rimos e comemos… Como comemos… Até que janeiro chega e com ele a hora de recolher as lampadazinhas e seu brilho. Elas vão dormir em suas caixas de papelão e acordar somente no final do ano.
Mas quem disse que o Natal vai dormir com elas? Quem disse que Natal é somente em dezembro?
Enquanto a Luz do mundo brilhar, (e Ela nunca se apagará), será Natal! Enquanto houver a respiração divina a Sua luz brilhará e ela estará conosco todos os dias por toda a eternidade. Permitindo-nos enxergar o Criador. 
“Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.” (João 12.46)


Glauco L. Müller (glaucomila@bol.com.br)