Por que misericórdia comigo? | Pr. Olavo Feijó1 Timóteo 1:16 - Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna.Querendo demonstrar a Timóteo o poder da graça divina, Paulo apelou para o exemplo da sua própria vida de pecados e ofensas. “Mas por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da Sua paciência...” (I Timóteo 1:16).A atitude de Paulo repete a postura do rei Davi, no Salmo 51. Aos ter reconhecido a grandeza dos seus pecados e ter testemunhado o poder maior do Senhor, ao restaurá-lo, Davi dá testemunho público, “para que os pecadores se voltem para Ti.” Ninguém é condenado só porque cometeu pecado. E ninguém é restaurado só porque se encheu de remorso. A explicação do processo restaurador está na misericórdia divina, no poder do Seu amor. É preciso ter uma humildade realista, que reconhece o tamanho das próprias iniquidades e se atira nos braços do Senhor, com absoluta dependência. O processo de aceitar o senhorio de Cristo é aquele que o Senhor usa, para ajudar outros pecadores. João afirma que os crentes, apesar de restaurados, cometem pecados. Crente orgulhosos, que vive se ufanando da grandeza de sua fé, afasta os necessitados. Crente humilde, que conhece a Bíblia, reconhece sempre seus pecados e proclama a todos que sua saúde espiritual acontece quando humildemente entrega seus pecados ao Espírito. É ruim pecar. Pior é não entregar ao Senhor a própria fraqueza. Quando cultivamos nossa dependência de Deus, damos glória à graça restauradora do Senhor. E encorajamos os outros a ter a mesma experiência. |
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Por que misericórdia comigo?
sábado, 25 de junho de 2011
UMA CAPA PARTIDA AO MEIO
Quem ama o seu irmão vive na luz. 1 João 2:10. Era uma manhã fria na cidade de Amiens, na França. As pessoas circulavam de um lado para o outro, cuidando da vida. Poucos notaram um mendigo esfarrapado, tremente de frio, junto a um muro da cidade. Quando o pobre homem estendia a mão, ignoravam-no, num misto de piedade e repugnância. Um grupo de soldados do imperador se aproximou do local. Eles conversavam alegremente, recebendo a admiração de todo o povo pelas ruas. Suas espadas e lanças brilhavam ao sol. Um jovem soldado puxou as rédeas, ao cruzar a muralha onde o mendigo permanecia. Percebeu que se tratava de apenas um desafortunado maltrapilho. Nenhum dos seus amigos lhe estendeu um único olhar de misericórdia. Concluiu que talvez ele mesmo tivesse sido enviado para ajudar o homem. Contudo, não havia dinheiro em sua bolsa. Mesmo assim, ele sentiu que precisava fazer alguma coisa. Então, de repente, ele teve uma idéia. Retirou dos ombros a capa militar, puxou a espada e a cortou ao meio. Chegou perto do mendigo, disse uma palavra de conforto e colocou a meia capa sobre seus ombros trementes. Devolveu a espada à bainha, colocou a outra metade da capa de volta sobre os ombros e partiu velozmente para alcançar os companheiros. Alguns dos soldados que observaram a cena deram gargalhadas; outros pareceram tocados pelo gesto. Naquela noite, Martinho, como era chamado o soldado da boa ação, teve um sonho. Viu Jesus cercado de anjos e vestido com metade de uma capa. Jesus Se dirigiu aos anjos e disse: - Vejam o agasalho que Martinho me deu.Diz a tradição que Martinho converteu-se ao cristianismo pouco depois desse episódio, tornando-se bispo de Tours e fundando a Abadia de Marmoutier. Jesus fica muito feliz quando demonstramos amor pelas pessoas. É um sinal de que estamos andando na luz de Deus. (Meditações Diárias CPB
sábado, 2 de outubro de 2010
Sacerdotes Reais

Sacerdotes Reais | Pr. Olavo Feijó
Concordando com o Autor da Carta aos Hebreus, o Apóstolo Pedro redefine o conceito de sacerdócio: "Vocês, porém, são geração eleita, sacerdote real... para anunciar as grandezas Daquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz" (I Pedro 2:9). Mesmo não tendo mais a casta dos sacerdotes, como no caso dos Levitas, muitos cristãos olham para seus pastores e líderes como profissionais da religião, dotados do poder exclusivo de "levar os leigos para o Senhor". Embuídos desta atitude destroem sua responsabilidade pessoal de evangelizar. Pedro diz que o discípulo de Cristo é um "sacerdote real". Com isto, ensina que cada cristão, individualmente, tem o dever e o privilégio de "levar pessoas a Cristo". Dentre outras coisas, porque "não se pode esconder uma cidade situada sobre o monte". Se eu sou mecânico, serei a melhor pessoa para falar da obra de Cristo, para um mecânico não crente. Igreja evangelizadora é aquela consciente de que todos os seus membros são sacerdotes reais.
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