quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Como o Fraco Vira Forte
Como o Fraco Vira Forte | Pr. Olavo Feijó
Paulo sofria muito,por causa de uma provação que ele chamava de “espinho na carne”. O contexto bíblico não explicita o que era o tal “espinho”. O apóstolo, ao orar intensamente sobre seu sofrimento, ouviu do Senhor uma explicação muito esquisita: ”o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” Em função disso,ele escreveu: ”Por isso por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas...Pois, quando sou fraco é que sou forte.”(II Coríntios 12:10 ).
domingo, 9 de setembro de 2012
Falei do que Não Entendo
Falei do que Não Entendo | Pr. Olavo Feijó
Jó 42:3 - Quem é este, que sem conhecimento encobre o conselho? Por isso relatei o que não entendia; coisas que para mim eram inescrutáveis, e que eu não entendia.
O livro de Jó é uma narrativa repleta de tragédias e de questionamentos. No final do livro, após intermináveis diálogos sobre o significado do sofrimento, o patriarca reconhece: “Certo é que falei de coisas que eu não entendia, coisas tão maravilhosas que eu não poderia saber.” (Jó 42:3).
A beleza de tudo isso é que o livro de Jó antecipa a biografia de cada um de nós. Se procuramos viver uma vida que agrade ao Senhor, podemos contar com duas coisas certas. De um lado, Satanás, fielmente dedicado a nos mostrar que Deus é injusto conosco. De outro lado Jeová, na Sua soberania, querendo nos ensinar que Ele tem o controle real e final. E que Ele usa nossas tribulações para o nosso aperfeiçoamento e vitória.
Nos momentos mais intensos de nossa própria história, ansiamos por explicações que nos deem algum tipo de consolo. Por que a falta de amigos? Por que tanta insegurança em nossa profissão? Por que os problemas nos atacam com tanta força? Por que oramos e, aparentemente, não vemos resposta? Este questionamento é típico de todo filho de Deus, desde os tempos de Jó. Acreditamos que nós somos as únicas vítimas da injustiça. E que o Senhor continua alheio ao sofrimento dos Seus seguidores. Felizmente, há ocasiões, criadas por Deus, quando percebemos que teimamos em entender “coisas tão maravilhosas que não podemos saber”. Como Jacó, no vale de Jaboque, continuemos lutando com Deus, mesmo não entendendo. O Senhor quer que nos agarremos a Ele, apesar de nossa raiva e de nossas incompreensões. Nossa relação é mais do que entendimento. É de amor.entendimento. É de amor.
Jó 42:3 - Quem é este, que sem conhecimento encobre o conselho? Por isso relatei o que não entendia; coisas que para mim eram inescrutáveis, e que eu não entendia.
O livro de Jó é uma narrativa repleta de tragédias e de questionamentos. No final do livro, após intermináveis diálogos sobre o significado do sofrimento, o patriarca reconhece: “Certo é que falei de coisas que eu não entendia, coisas tão maravilhosas que eu não poderia saber.” (Jó 42:3).
A beleza de tudo isso é que o livro de Jó antecipa a biografia de cada um de nós. Se procuramos viver uma vida que agrade ao Senhor, podemos contar com duas coisas certas. De um lado, Satanás, fielmente dedicado a nos mostrar que Deus é injusto conosco. De outro lado Jeová, na Sua soberania, querendo nos ensinar que Ele tem o controle real e final. E que Ele usa nossas tribulações para o nosso aperfeiçoamento e vitória.
Nos momentos mais intensos de nossa própria história, ansiamos por explicações que nos deem algum tipo de consolo. Por que a falta de amigos? Por que tanta insegurança em nossa profissão? Por que os problemas nos atacam com tanta força? Por que oramos e, aparentemente, não vemos resposta? Este questionamento é típico de todo filho de Deus, desde os tempos de Jó. Acreditamos que nós somos as únicas vítimas da injustiça. E que o Senhor continua alheio ao sofrimento dos Seus seguidores. Felizmente, há ocasiões, criadas por Deus, quando percebemos que teimamos em entender “coisas tão maravilhosas que não podemos saber”. Como Jacó, no vale de Jaboque, continuemos lutando com Deus, mesmo não entendendo. O Senhor quer que nos agarremos a Ele, apesar de nossa raiva e de nossas incompreensões. Nossa relação é mais do que entendimento. É de amor.entendimento. É de amor.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Jugo Desigual Com Infiéis
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quarta-feira, 11 de julho de 2012
Quebre a Rotina
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Um novo estudo analisou a eficácia de uma técnica chamada “autodistanciamento” para afastar pensamentos e comportamentos agressivos. O resultado foi animador.
Dominik Mischkowski, principal autor da pesquisa e estudante de psicologia na Universidade Estadual de Ohio (EUA), e Brad Bushman professor de comunicação e psicologia na mesma universidade, conduziram o estudo ao lado de Ethan Kross, da Universidade de Michigan (EUA). A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Experimental Social Psychology. Em dois experimentos, um com 94, outro com 95 estudantes universitários, os cientistas analisaram as reações e pensamentos agressivos dos participantes após serem provocados. Os dois ambientes envolviam a resolução de anagramas difíceis (reorganizar um grupo de letras para formar uma palavra como “pandemônio”), e os participantes não sabiam que o estudo era sobre agressão (eles acreditavam que era sobre criatividade e música). No primeiro experimento, os participantes levavam broncas do pesquisador, que questionavam sua habilidade de receber instruções – uma técnica que sabidamente provocaria raiva. Mais tarde, os alunos foram orientados a rever, em sua mente, a tarefa do anagrama.
Três grupos foram formados: em um deles, os alunos adotaram uma perspectiva de autoimersão (ver a situação se desdobrar através de seus olhos como se estivesse acontecendo tudo de novo); no outro, adotaram a perspectiva de autodistanciamento (afastar-se da situação a um ponto no qual você possa assistir o evento se desenrolar de longe) e o grupo de controle não recebeu instruções de como analisar seus sentimentos.
Em seguida, os pesquisadores testaram os participantes para pensamentos e sentimentos agressivos e de raiva.
Ficou comprovado que os alunos que adotaram a perspectiva de autodistanciamento tiveram menos pensamentos agressivos e sentiram-se menos irritados do que os do grupo autoimerso e de controle.
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Técnica de autodistanciamento no processo de transformação
No segundo experimento, os cientistas foram além: mostraram que a técnica diminui a violência e agressão em si, e não só os pensamentos agressivos. Os participaram fizeram a mesma tarefa do anagrama, mas como um parceiro que não estava presente fisicamente, que deveria ser outro aluno (mas era um pesquisador). Esse “aluno” foi quem desferiu as provocações aos participantes.
Depois de passarem pela mesma técnica do primeiro estudo (dividido em três grupos com três abordagens diferentes), os alunos ficaram sabendo que competiriam com seu ex-parceiro (que os havia provocado), e que quem ganhasse a tarefa teria direito a “explodir” o ouvido do perdedor com um ruído ensurdecedor no seu fone de ouvido, e ainda poderia escolher por quanto tempo. O resultado novamente mostrou que a técnica de autodistanciamento era eficaz, mesmo logo após uma provocação, para diminuir a raiva. Em outras palavras, quem passou por essa técnica tendeu a escolher ruídos menos intensos e mais curtos contra o seu parceiro. |
Não deixe a raiva tomar conta
Muitos acreditam que tentar se concentrar em sua mágoa e sentimentos de raiva para compreendê-los ajuda em uma situação de raiva. Mas é a pior coisa que existe. “Se você se concentrar demais em como você está se sentindo, o tiro sai pela culatra. Isso mantém os pensamentos e sentimentos agressivos ativos em sua mente, o que lhe torna mais propenso a agir agressivamente”, disse Bushman.Se distrair também não ajuda. Quando você está irritado, pensar em algo calmante para tirar a mente da raiva só funciona momentaneamente. Ou seja, a raiva irá retornar quando a distração passar.
“Mas o autoafastamento realmente funciona, mesmo logo após uma provocação – é um instrumento de intervenção poderoso que qualquer pessoa pode usar quando estiver com raiva”, comentou Mischkowski. “O segredo é não ficar imerso em sua própria raiva e, ao contrário, ter uma visão mais distanciada”.
Resumindo: quando você sentir raiva, tente colocar sua imagem em terceira pessoa e ver a cena à distância, se coloque como um observador, e não um participante da situação estressante. A ciência alerta: é o melhor jeito de se acalmar. Técnicas como esta você pode aprender com Flávia Lippi num processo de transformação.
[MedicalXpress, ScienceDaily, PsychCentral]
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Curso de Formação e Certificação Internacional VIP
Vida Integrada e Profissão
O Coaching permite que o cliente seja diretor de sua vida e se assegura de que tenha seus recursos para alcançar o sucesso. O Coaching ajuda o outro a ir "aonde quer ir" ou lhe permite simplesmente viver melhor. Prepara-lhe para auto questionar-se sobre quem é, e o que faz, sobre sua missão, propondo assim um conhecimento de si mesmo, quase filosófico.
O Coaching se apóia na afirmação da pessoa, seu desenvolvimento psíquico, sua plenitude, a auto confiança, a motivação, adaptação criativa e fluida diante das mudanças do entorno. Reforça a autonomia, a criatividade, a auto estima, a responsabilidade. É eficaz ali onde as ordens, as contrariedades, as ameaças, os diferentes meios de persuasão tem uma eficácia muito limitada.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Futuro, mais que o passado
Os que voltaram do exílio, pelo fato de terem reconstruído cada um sua própria CSA, acharam que a vida religiosa do povo podia esperar. Alertados pelo profeta Ageu, decidiram fazer um templo novo, mas no estilo “meia sola”. Foi aí que o Senhor decidiu ser mais incisivo: “A glória desta última casa será maior do que a primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos.”
Há pessoas que sobrevivem só relembrando o passado. São prisioneiros do antigamente. Das vitórias de antigamente. Das desgraças de antigamente. Por causa do peso das suas lembranças, não sobram energias para enfrentar o presente. E, por conseqüência, não conseguem assumir as responsabilidades do futuro.
Por causa da sua eternidade, o Senhor é também o soberano do futuro. Do futuro cósmico. Do nosso futuro individual. Quando, no passado, aceitamos o senhorio do Cristo, nosso contrato de “filhos de Deus” veio com a garantia futura do “novo céu e da nova terra”. O preço do nosso futuro com Deus é nosso envolvimento responsável, no transcorrer do aqui e agora. Por isso, nosso amanhã com o Senhor tem que ser melhor do que nosso passado com o Senhor. O modelo de Paulo é crescer “de fé em fé, até a estatura do Varão Perfeito…em Cristo Jesus”. Nosso futuro deve ser melhor do que nosso passado, assim como “a glória desta última casa será maior do que a primeira”.
Pr. Olavo Feijó
Fonte: ADIBERJ
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
O que não tira os pecados
Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. (Hebreus 10:4).
Pecado, escreveu Isaías, é tudo aquilo que nos separe de Deus. Por isso, é essencial nos livrarmos daquelas coisas que causam tal separação. A Lei Mosaica, para demonstrar que pecado causa a morte, instituiu o sacrifício de animais, para ilustrar a libertação do nosso pecado. O Autor da Carta aos Hebreus se preocupou em nos alertar quanto à insuficiência dos sacrifícios. “É impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados”.
A grande vantagem do sistema de sacrifício de animais sempre foi seu lado educativo: ao ver a morte do animal, ficava mais fácil entender que “o salário do pecado é a morte”. Sua grande desvantagem foi a aceitação de que a mera liturgia do símbolo, do animal no altar, tornava desnecessária a mudança de vida. O matar animais como que substituiu a necessidade de assumir uma vida ética, de acordo com a vontade do Senhor. Desde que não faltassem animais para morrer em nosso lugar, a vida em pecado não significa condenação e castigo.
A mensagem do Autor de Hebreus é mais do que urgente, em nossa atualidade cristã. Como não matamos mais os animais, produzimos outros substitutos para aplacar nossa consciência de pecado. O confessionário é um deles. Rigoroso “pagamento” do dízimo é outro. Nunca faltar aos cultos na igreja “tem” também seu poder de insensibilizar consciências. A lista é quilométrica. Felizmente, porém, a solução de Hebreus é bastante simples: a morte e ressurreição de Cristo não precisa ser repetida – quando nós O aceitamos interiormente e O praticamos, o pecado perdeu seu poder. Completa o texto: “Com uma só oferta (Cristo) aperfeiçoou para sempre os que são santificados”.
Pr. Olavo Feijó
Pecado, escreveu Isaías, é tudo aquilo que nos separe de Deus. Por isso, é essencial nos livrarmos daquelas coisas que causam tal separação. A Lei Mosaica, para demonstrar que pecado causa a morte, instituiu o sacrifício de animais, para ilustrar a libertação do nosso pecado. O Autor da Carta aos Hebreus se preocupou em nos alertar quanto à insuficiência dos sacrifícios. “É impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados”.
A grande vantagem do sistema de sacrifício de animais sempre foi seu lado educativo: ao ver a morte do animal, ficava mais fácil entender que “o salário do pecado é a morte”. Sua grande desvantagem foi a aceitação de que a mera liturgia do símbolo, do animal no altar, tornava desnecessária a mudança de vida. O matar animais como que substituiu a necessidade de assumir uma vida ética, de acordo com a vontade do Senhor. Desde que não faltassem animais para morrer em nosso lugar, a vida em pecado não significa condenação e castigo.
A mensagem do Autor de Hebreus é mais do que urgente, em nossa atualidade cristã. Como não matamos mais os animais, produzimos outros substitutos para aplacar nossa consciência de pecado. O confessionário é um deles. Rigoroso “pagamento” do dízimo é outro. Nunca faltar aos cultos na igreja “tem” também seu poder de insensibilizar consciências. A lista é quilométrica. Felizmente, porém, a solução de Hebreus é bastante simples: a morte e ressurreição de Cristo não precisa ser repetida – quando nós O aceitamos interiormente e O praticamos, o pecado perdeu seu poder. Completa o texto: “Com uma só oferta (Cristo) aperfeiçoou para sempre os que são santificados”.
Pr. Olavo Feijó
domingo, 17 de julho de 2011
"Um Ministério de Amor": Surpreendentemente, 58% dos líderes evangélicos da...
"Um Ministério de Amor": Surpreendentemente, 58% dos líderes evangélicos da...: "Postado em: 'Tempos de Deus', Um ministério de Amor. Surpreendentemente, 58% dos líderes evangélicos das nações pobres e emergentes acr..."
"CRUZADA EM DEFESA DO EVANGELHO DE JESUS"
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