terça-feira, 30 de novembro de 2010

EU AJUDEI A DESTRUIR O RIO! Rica matéria e oportuna!

EU AJUDEI A DESTRUIR O RIO!

Fonte: Jornal de Brasília


Sylvio Guedes, editor-chefe do Jornal de Brasília, critica o "cinismo" dos jornalistas, artistas e intelectuais ao defenderem o fim do poder paralelo dos chefes do tráfico de drogas. Guedes desafia a todos que "tanto se drogaram nas últimas décadas que venham a público assumir: eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro".

Leia o artigo na íntegra:

É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro. Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.

Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente. Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon. Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias.

Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco. Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira, por extensão. Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato.

Festa sem cocaína era festa careta. As pessoas curtiam a comodidade roporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros,
vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.

Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou. Onde há demanda, deve haver a necessária oferta. E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose
diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas.

Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.

Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é, digamos assim, tolerado. São doentes os que consomem. Não sabem o que fazem. Não têm controle sobre seus atos. Destroem famílias, arrasam lares, destroçam futuros.

Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas três últimas décadas venham a público assumir:


"Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro."


Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Ecologia Divina






Perseverando em Oração


"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela
renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa,
agradável, e perfeita vontade de deus" Romanos 12:2

Não é novidade para ninguém que vivemos num mundo que jaz no maligno, e é
maravilhoso saber que podemos abrir os nossos lábios e dizer: Deus e Pai,
Senhor Jesus , nós confiamos em vós.

Todos os dias ao quando acordamos estamos em luta, a nossa vida é uma
batalha, uma batalha para ganhar o pão de cada dia, muitos estão em luta
contra uma doença que humanamente falando é incurável, mas sabemos que a
Deus tudo é possível,, outros travam lutas espirituais, contra a inveja,
contra o pecado, maus pensamentos, tristezas, ofensas ,egoísmo, outros
travam lutas contra o desemprego.

Todos passamos por momentos áridos, de adversidades, mas devemos estar
sempre pedindo ao Pai, que a Vontade DELE, que é Perfeita, seja manifesta
nas nossas vidas, sempre com espírito de submissão à Vontade de Deus!

Não devemos nunca parar de orar, orar pela nossa família, nossos filhos,
pais ,esposos, esposas e até mesmo por pessoas que nos querem mal ou nos
tratam com indiferença, para que lhes seja revelada a Verdade que é o Senhor
Jesus Cristo, e que lhes seja revelada a vontade do Pai.

Orar para que nos seja revelado a Vontade de Deus para as nossas vidas.
Devemos perguntar diante das tribulações e dúvidas : Senhor que queres que
eu faça?

Porque o nosso coração é enganoso, e não podemos nos deixar guiar pelo nosso
coração, nem tampouco, por nossas emoções, mas devemos desejar e ser guiados
pelo Espírito Santo de Deus!

Devemos durante a nossa tribulação, pedir a Deus que nos enviem irmãos,
orientados por Ele, porque precisamos nos relacionar, precisamos dar as mãos
para que sejamos levantados quando estivermos fracos e possamos fortalecer o
irmão quando este estiver enfraquecido.

Precisamos ser humildes para aceitar que precisamos de ajuda!

Somos bem aventurados, porque temos a Palavra de Deus, as Promessas de Deus,
e Deus é Fiel e Justo!

Precisamos confiar em Deus! Ele está sempre ao nosso lado, nos enviou o Seu
Espírito Santo que habita em nós! Somos templos do Espírito de Deus!

Confiar que Deus nos capacita no nosso dia a dia nas lutas diárias, e com
Ele somos mais que vencedores!

A nossa oração diária, é como a construção de um a casa, dia a dia, primeiro
a fundação, os alicerces, tijolo por tijolo, devemos construir a nossa casa
sobre a Rocha , que é o Senhor Jesus.

Deus é o nosso melhor amigo, a melhor coisa que podemos fazer ao acordar, é
falar com Deus, é pensar em Deus, mas às vezes já acordamos aflitas,
atribuladas, precisamos atender às necessidades dos filhos, do esposo,
precisamos organizar as coisas para o suprimento do lar, precisamos nos
arrumar porque também temos que sair para trabalhar e não chegarmos
atrasadas; mas com tudo isto, mesmo parecendo que somos equilibristas de
pratos, somos na realidade filhos e filhas de Deus, e pedimos ao Senhor que
a cada manhã o primeiro pensamento que possamos ter seja para o Senhor.

Que ao acordarmos, antes mesmo de interceder pela nossa família, possamos
ser homens e mulheres de Deus que a ao despertar agradecem ao Senhor pela
noite que se passou e por mais um dia que se inicia porque o Senhor Jesus
nos diz:

“Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais
por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” João 16:33

Irmã Nanci

Colaboração de Uma Amiga de Deus Irmã Nanci

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Tudo é Vaidade





O livro de Eclesiastes é uma espécie de balanço, que rei Salomão fez da sua vida. Após uma longa vida em que teve sabedoria, riquezas e poder, o filho de Davi conclui que o significado de tudo está em Deus e na comunhão com Ele. Fora disso, ele afirma: "Vaidade de vaidade, diz o pregador; tudo é vaidade" (Eclesiastes 12:8). Que somos nós? Na realidade, somo apenas "zero". Uns possuem mais zeros, enquanto que outros possuem muito menos. Contrariamente à idéia popular, "zero" não é a mesma coisa que "nada. Zero é um algarismo. Ele foi inventado pelos matemáticos, para simplificar e agilizar o cálculo além das nove unidades. Por isso, o zero é importante, pelo potencial que ele significa. O valor do zero só vem à tona, dependendo da sua posição quanto aos números de 1 a 9: à esquerda ou à direita. O zero à esquerda não muda nada, "não vale nada". Este mesmo raciocínio se aplica ao zero que sou eu, na sua relação com o Senhor. Quando me mantenho à esquerda de Deus, sem me submeter à Sua vontade, sou apenas "vaidade". Quando aceito a direção divina para a minha vida, meu "um" vira dez e meu "nove", noventa. Vale a pena ficar à direita do Cristo. É o que dá significado divino à nossa vida.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O Veneno da Suspeita






sábado, 2 de outubro de 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Tirarei o coração de pedra

Pr. Olavo Feijó

E lhes darei um só coração, e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne;(Ezequiel 11:19)

Usando o profeta Ezequiel, o Senhor diz ao Seu povo em exílio que o preço para a liberdade final da escravidão é um coração sensível à comunhão com Ele: “Eu lhes darei um mesmo coração e um espírito novo porei dentro deles; tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei um coração de carne” (Ezequiel 11:19).

A imagem usada pelo Senhor é expressiva. Coração de pedra é sinônimo de dureza, de insensibilidade. Crente com coração de pedra não se compadece, não intercede, não anda a segunda milha.

Uma vida religiosa que está ficando sem graça, sem poder, sem alegria, está refletindo um coração de pedra. O Senhor quer ajudar. Ele está disposto a ajudar todo aquele que, contrito e arrependido, procura o Seu perdão e a Sua recuperação. Um coração que se volta para o Senhor passa a ficar sensível como um “coração de carne”. Quando isso acontece, o coração de pedra é retirado. “Dá-me, filho Meu, o teu coração!”

Pr. Olavo Feijó

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Aflições do Tempo Presente


Aflições do Tempo Presente | Pr. Olavo Feijó


A revelação de Jesus de que nós, seus discípulos, teremos tribulações neste mundo, é desenvolvida pelo Apóstolo Paulo. Ele escreveu: "Tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada" (Romanos 8:18). A Bíblia nunca nos mandou fechar os olhos para as mazelas do mundo, fingindo que nada de ruim está acontecendo. Pelo contrário, em muitos contextos, a podridão de nossa vida é descrita realisticamente. O que a Bíblia não admite é o terrorismo pessimista que nos ensina, como a mulher de Jó, que o melhor é "amaldiçoar teu Deus e morrer". O Senhor, que nos criou, nos dotou de uma atitude poderosa chamada esperança. Não uma esperança míope, fantasiosa, que descreve como cor de rosa aquilo que é escuro. Mas a postura, baseada na experiência da fé, que já viu o Senhor resolver os próprios problemas, no passado. Por isso, Paulo ensina: as dores de hoje apontam para a saúde vitoriosa do amanhã. Cristo reside no nosso amanhã.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Há esperança!

Pr. Vanderlei

O que não fazemos por nossos filhos e netos, principalmente quando algum deles se encontra gravemente enfermo?!

Certa feita, Jesus se dirigia para a casa de um certo homem, chamado Jairo, com o propósito de atender a um caso gravíssimo e urgente. Não havia, aparentemente, qualquer possibilidade para que outra pessoa pudesse alcançar êxito em falar e ser atendida por Jesus naquele momento. Mas, ainda assim, uma mulher sofrida e carente, com uma hemorragia que a infernizava, ousou crer e confiar que Jesus haveria de socorrê-la. Tocou em Jesus e foi abençoada imediatamente.

Quando tudo parece estar se diluindo em nossas mãos, se perdendo, escapando ao nosso controle, ainda assim, o Senhor Jesus pode mudar as circunstâncias. Aliás, só Deus, através de Cristo Jesus, pode dar vida e restabelecer a paz ao coração aflito. Algumas vezes, ou quase sempre, Deus nos leva a um profundo desespero, até nos vermos sem alternativas; quando nos voltamos para Ele, então somos alcançados pela Sua infinita graça.

Quando a esperança do socorro humano falha, Deus nos socorre e nos dá o suprimento necessário: “Fez-me quebrar com pedrinhas de areia os meus dentes, cobriu-me de cinza. Afastou a paz de minha alma; esqueci-me do bem. Então, disse eu: Já pereceu a minha glória, como também a minha esperança no Senhor… Os nossos olhos ainda desfalecem, esperando vão socorro; temos olhado das vigias para um povo que não pode livrar”.[1]

Enquanto não chegarmos à conclusão de que não há esperança em outra parte senão em Deus, não O encontramos. Mas, quando bate esse desespero de não se ter outra esperança senão no Senhor, então dá-se o reencontro com Deus: “Bom é aguardar a salvação do Senhor, e isso, em silêncio… Assente-se solitário e fique em silêncio; porquanto esse jugo Deus pôs sobre ele; ponha a boca no pó; talvez ainda há esperança”.[2]

Jesus disse que veio para nos dar vida, e vida em abundância. Isto nos dá a idéia de uma vida transbordante, como a Bíblia nos fala sobre José.[3] A vida cristã é uma constante e renhida batalha. Porém, esfuziante e abundante da graça de Deus. Ainda que chorando e gemendo, há vida para ser compartilhada, há consolação a ser repartida, há conforto e esperança em nossas palavras. Como disse o salmista, até na presença de meus inimigos, “o meu cálice transborda”.[4]

Vale a pena crer no Senhor Jesus, mesmo quando parece impossível a cura, ou a solução de nossos problemas mais veementes. Mesmo quando parece que não há mais qualquer esperança. Sim, há esperança! Jesus Cristo é a nossa única esperança.

Pr. Vanderlei Faria

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Força na Fraqueza

Força na Fraqueza | Pr. Olavo Feijó

2 Coríntios 12:9 - E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.

Paulo achava que o seu "espinho na carne" era uma fonte de fraqueza. O Senhor, porém, explicou-lhe como Ele transforma fraquezas em fortalecimento: "Disse-me - a minha graça te basta, porque a Minha força se aperfeiçoa na fraqueza" (II Coríntios 12:9). Técnicos especializados em preparação física nos ensinam como fortalecer nossos músculos frágeis. Se não forem trabalhados com capacidade anatômica e fisiológica, tais músculos ficam lesados e podem romper-se. Bem exercitados, entretanto, músculos frágeis ficam fortalecidos e resistentes. Mesmo que, no processo do treinamento, haja algum cansaço e certa dor local. Nosso fortalecimento espiritual acontece de forma parecida. O Senhor quer que entreguemos a Ele nossos músculos espirituais frágeis. Quando, pela fé, colocamos nossos defeitos nas poderosas mãos do Senhor, Seu treinamento transforma nossa fraqueza em força. Muitas vezes, o processo é dolorido, tipo "espinho na carne". Todavia, quando finalmente aceitamos a graça e a orientação divina, chegamos à mesma conclusão do Apóstolo: "quando estou fraco, então estou forte".

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Um "Fui Despedido" Que Alegra O Coração

Um "Fui Despedido" Que Alegra O Coração

"esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante"
(Filipenses 3:13).
Somerset Maugham, escritor inglês, escreveu certa vez uma história sobre um porteiro da Igreja de São Pedro, em Londres. Um dia um jovem vigário descobriu que o porteiro era analfabeto e o despediu. Desempregado, o homem investiu suas escassas economias em uma minúscula loja. Ele prosperou, comprou outras e, depois de certo tempo, possuía uma cadeia de lojas que valia alguns milhões de dólares. Um dia, seu banqueiro lhe disse: "É verdade que você alcançou sucesso sendo analfabeto, mas, onde estaria hoje se soubesse ler e escrever?" O homem sorriu e, calmamente, respondeu: "Eu seria um porteiro."
Essa pequena história, relatada em nossa ilustração, é muito conhecida de todos, contada com muitas variações, e eu quero refletir de um novo ponto de vista: que seríamos hoje se não tivéssemos aberto o coração para Jesus?
Um dia estávamos conformados com aquilo que o mundo nos oferece. Festas, bebidas, vícios em geral, às vezes sucesso aqui e fracasso ali, às vezes uma alegria passageira e outras vezes angústias e decepções. Era essa a nossa vida e achávamos que era assim com todo o mundo e não seria diferente conosco.
Mas algo aconteceu! O Senhor apareceu e nos "despediu" daquele mundo enganoso. Alguns diziam que a nova vida seria entediante -- não pode isso, não pode aquilo, e os prazeres cessariam. Não estaríamos mais livres para fazer o que queríamos.
É claro que logo descobrimos que isso não era verdade. Passamos, sim, a ser livres! Livres para viver abundantemente, livres para cantar e sorrir, não de forma
passageira, mas duradora, eterna. Encontramos a verdadeira paz e a verdadeira felicidade.
E hoje, mesmo que não nos perguntem, respondemos interiormente, com grande gozo na alma: Que maravilha foi, para mim, ter sido despedido daquele passado insignificante. Foi a maior bênção de minha vida. Como sou feliz!

sábado, 17 de julho de 2010

VERDADES E MENTIRA.

VERDADES E MENTIRA.

mensagens de esperança


Verdade é um terreno firme, onde podemos caminhar com segurança, sem medos, porque sabemos que não encontraremos surpresas.


Mentira é como o pântano, não sabemos nunca onde estamos caminhando e se a direção é a correta.
Com a verdade, podemos construir uma vida tranqüila.

Com a mentira, nem tanto, só construiremos mentiras, e sobre mentiras não há tranqüilidade.
Com a verdade teremos sempre retorno de coisas verdadeiras.

Com a mentira, colheremos sempre coisas falsas, sem garantias.

Viver na verdade é prazeroso. Traz confiança, sinceridade, harmonia, sucesso e apoio.
Viver na mentira…

A verdade é uma moeda forte, aceita sempre e que traz retorno duradouro e garantido.
E não requer muito sacrifício.


Basta viver na verdade.Sempre.


PENSE NISSO.





APOSTOLO
Jorge Castilho
PROGRAMADO PARA VENCER
www.ApostoloJorgeCastilho.jimdo.com

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Pecados Profundos

Pr. Olavo FeijóQuem pode entender os seus erros? Expurga-me tu dos que me são ocultos.(Salmos 19:12

Davi sabia muito bem quanto o pecado pode ser arrasador, na vida daqueles que querem seguir a Deus. Por isso, em uma de suas orações, ele roga: “Quem pode entender os próprios erros? Expurga-me Senhor dos que me são ocultos” (Salmo 19:12).

Há erros em nossa vida cristã, que nos perseguem por muitos anos. Por uma série de razões, nós os escondemos os mais fundos possíveis. Nossa imaturidade acredita que, nos esquecendo do mal que cometemos, chegará um dia quando ele desaparecerá e deixará de nos prejudicar. O Salmista descobriu que pecado esquecido não significa pecado eliminado.

Escrevendo para nós os crentes, na Sua Primeira Carta, João garante que, quando reconhecemos e pedimos de Deus o perdão, Ele nos perdoa e nos purifica completamente. Aliás, sabendo das nossas dificuldades em levar a sério nosso pecado, o Apóstolo afirma: “se dissermos que não cometemos pecado, enganamo-nos a nós mesmos”. Nossas penitências não nos livram de nossos pecados ocultos: quem faz isto é a graça divina.

Pr. Olavo Feijó